Mostrando postagens com marcador Killifish. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Killifish. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 3 de maio de 2016
quarta-feira, 30 de março de 2016
Carvão ativo caseiro
Amigos recebi esse vídeo pelo celular de como fazer carvão ativo caseiro. Não testei mas parece que funciona.
Créditos no vídeo.
Postado por
CJPM
às
19:34
Marcadores:
amônia,
aquario,
biologia,
boyu,
camarão,
cantonensis,
carvão ativo,
cherry,
filtragem,
filtro,
FVM,
Killifish,
malawa,
peixes,
perl,
Plantado,
red crystal,
sera,
shrimp
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
0
comentários
quarta-feira, 29 de julho de 2015
TRÂNSITO DE ORGANISMOS AQUÁTICOS ORNAMENTAIS SERÁ DESBUROCRATIZADO
TRÂNSITO DE ORGANISMOS AQUÁTICOS ORNAMENTAIS SERÁ DESBUROCRATIZADO
Publicado site do MPA: Terça, 28 de Julho de 2015, 14h48
Medida facilita a emissão da Gtpon e tem prazo de 90 dias para entrar em vigor
Brasília – Os problemas no trânsito de organismos aquáticos com fins de ornamentação e de aquariofilia acabaram. O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) e a Associação Brasileira de Lojas de Aquariofilia (Abla) chegaram a um acordo, e a Guia de Trânsito de Peixes com Fins de Ornamentação e de Aquariofilia (Gtpon) será emitida online, o que significa mais agilidade na sua obtenção.
“Ganha o setor produtivo, e é um passo importante para a segurança, a sustentabilidade ambiental e socioeconômica da atividade”, afirmou o secretário de Planejamento e Ordenamento da Pesca (Sepop/MPA), Fábio Hazin. Por muitos anos o trânsito dos organismos dependeu da Gtpon, emitida pelas superintendências do Ibama e em papel. O procedimento dificultava o incremento do comércio, pois cada estado emitia a Gtpon com prazos diferenciados, além de que era necessário o deslocamento até a unidade do instituto ambiental.
Para resolver essas dificuldades, o governo federal, em parceria com a cadeia produtiva, desenhou os novos procedimentos que serão implementados em 90 dias. “O mais importante é a definição de que o documento de origem e destino poderá ser obtido online, o que significa mais agilidade na sua obtenção”,
Fonte: Wilson Vianna
Postado por
CJPM
às
14:53
Marcadores:
acara,
aquario,
aquorio,
doce,
envio,
gtpon,
Ibama,
icmbio,
Killifish,
lei,
marinho,
peixes,
transporte
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
0
comentários
sábado, 11 de junho de 2011
Killifish - Um peixe fascinante no seu aquário
Killifish. Um nome um tanto curioso e enganador, à primeira vista. Nem predadores ferozes nem feras territoriais, os killifishs são pequenos peixes dulcícolas que, sobretudo, compartilham a característica de habitar pequenas coleções de água como riachos, igarapés e até mesmo diminutas poças temporárias de chuva. É uma palavra de origem holandesa, onde killi significa riacho, ou seja, peixes de riacho.
Essa discriminação se estendeu a todos os peixes que ocupam pequenas coleções de água doce, com características morfológicas, comportamentais e reprodutivas semelhantes.
Os killis pertencem à ordem dos cyprinodontideos, que engloba uma infinidade de gêneros e espécies pelo mundo, distribuídos em quase todas as regiões de clima tropical e temperado do planeta.
Em geral são peixes pequenos e muito coloridos, com formas e padrões de cores entre os mais belos. Vivem, geralmente, em ambientes saturados de material orgânico em decomposição e com pouquíssimo oxigênio diluído na água. Muitos acreditam, erroneamente, que se tratam de anabantídeos mas, diferentemente dos peixes do mesmo grupo dos betas, os killis não possuem o labirinto, órgão adaptado a retirar oxigênio do ar.
Os killis podem ser divididos em três grupos – anuais, não-anuais e semi-anuais – de acordo com as características reprodutivas.
Anuais:
Os killifishes anuais têm uma particularidade especial. Eles habitam poças e charcos temporários, que encontram-se cheios de água durante a estação das chuvas e secam durante o período da estiagem.
Para isso tiveram que passar por um longo processo evolutivo até desenvolverem um mecanismo de reprodução que lhes garantisse a sobrevivência das espécies após o tempo da seca. Diapausa é o nome dado a esse mecanismo. Trata-se de um estágio onde o desenvolvimento embrionário no interior dos ovos fica estacionado, aguardando um determinado período para completar a formação do embrião, para que ocorra a eclosão dos ovos e nascimento dos alevinos à chegada das chuvas. Mas nem todos os ovos eclodirão juntos, alguns terão períodos de diapausa maiores para que a espécie não pereça diante de eventuais chuvas fora de época.
Os killis anuais ocorrem tanto na América do Sul como na África. Os primeiros pertencem à família Rivulidae, que engloba gêneros com Austrolebias, Cynolebias, Simpsonichthys, Leptolebias, Pterolebias entre outros. Os africanos pertencem à família Aplocheilidae e têm gêneros como Nothobranchius, Protonothobranchius e Fundulosoma.
Não anuais:
Os killifishes conhecidos como não-anuais são aqueles que habitam pequenas coleções de água corrente, como rios, riachos, igarapés e fios-d’água. Podem ser encontrados nos mais diversos tipos de biótopos, dentro de florestas, savanas, charcos, áreas de restinga e manguezais. Ao contrário dos killis anuais, não estão adaptados à reprodução com diapausa e não fazem uso da sazonidade de poças temporárias, apesar do contra-senso de algumas espécies antigamente tratadas como não-anuais haverem sido reclassificadas em um gênero à parte por terem a capacidade de se reproduzir dessa maneira também. Trata-se do gênero Fundulopanchax, único representante do grupo dos semi-anuais.
Nas Américas o principal gênero não-anual é o Rivulus, com mais de cem espécies descritas. Além deles podemos citar os Prorivulus, Kryptolebias, Jordanela, Cubanichthys, Fluviphilax. No continente africano os principais gêneros são Aplocheilus, Epiplatys e Aphyosemion, além de Adamas, Poropanchax, Adinia, Hylopanchax e Lamprichthys.
Manutenção
Os não-anuais desovam em plantas e raízes de plantas flutuantes, poucos ovos por vez. Não formam casais a longo prazo, o macho e a fêmea apenas se encontram para a reprodução.
Os ovos costumam ser resistentes, com um córion rígido e uma substância adesiva que os fixa ao meio de desova. Os criadores de não-anuais usam um mop (ou bruxinha), artefato de lã acrílica flutuante que simula uma planta com raízes e facilita a coleta dos ovos, que costumam eclodir entre 15 e 25 dias, em geral.
Há um enorme número de espécies e gêneros nesse grupo – sobretudo nos continentes africano e asiático – com padrões de cores e particularidades bem variadas. Algumas curiosidades chamam a atenção, como a Kryptolebias ocelattus, o único killi hermafrodita auto-fecundante – não precisa de parceiro para se reproduzir.
Os anuais desovam no substrato. Para reproduzi-los usa-se turfa ou coxim granulado (pó de casca de côco) como meio de desova. Os peixes podem enterrar (mergulhadores) ou simplesmente depositar(aradores) os ovos sobre a superfície, de acordo com a espécie.
Esse substrato é retirado à ocasião de troca de água do aquário e seca a uma determinada umidade. Então é embalada e etiquetada e aguardará durante um período correto até a data de reidratação, para que nasçam os alevinos. Esses costumam ter um desenvolvimento bem mais acelerado se comparados a espécies não-anuais. Costumam atingir a maturidade sexual rapidamente devido ao seu curto ciclo de vida.
Os semi-anuais encontram-se num estágio intermediário no sistema evolutivo. Algumas espécies reproduzem melhor com bruxinhas e outras rendem melhor com substrato.
Algumas espécies de killis são muito fáceis de criar. Mas a maioria carece de cuidados especiais, principalmente no que diz respeito à sua alimentação. A dieta preferida de todos é composta de alimentos vivos, como tubifex, artêmia, náuplios, dáfnias, enquitréias e bloodworm. As espécies anuais, sobretudo SAAs (south-american annuals) dificilmente aceitam rações industrializadas, o que aumenta um pouco sua dificuldade de manutenção.
Preservação
Uma característica muito importante dos killis, tanto anuais como não-anuais ou semi, é o alto grau de endemismo. Por habitarem diminutos espaços aquáticos, algumas espécies acabam por estreitar suas características genéticas e restringir o espaço físico que ocupam no meio-ambiente, resultando num grande número de espécies, algumas muito parecidas , mas que apresentam características específicas, genéticas ou morfológicas, que delimitam e as distinguem. Esse endemismo é um fator determinante no status de conservação destas espécies, pois algumas ocupam nichos ecológicos mais suscetíveis à exploração do homem e conseqüente ameaça à sua existência. Muitas espécies encontram-se seriamente ameaçadas, e algumas já são consideradas extintas.
Isso torna o hobby um desafio sério, no sentido de preservação. A manutenção de espécies com genótipo puro e com populações separadas é importantíssimo para a conservação das características endêmicas de cada espécie. O hibridismo não é nada interessante no caso dos killis, pois geralmente resulta em espécies inférteis, dependendo dos cruzamentos, ou com pouco valor científico, por não conservar as características originais.
Assim a criação de killifishes acaba-se tornando um hobby desafiador e viciante, o impulso de ter mais espécies e populações diferentes resulta em hobbystas com inúmeros aquários em casa e um problema maior: onde colocar mais.
Algumas espécies indicadas para começar:
Não-anuais: Aphyosemion australe, Aphyosemion striattum, Epiplatys dagetti, Aplocheilus lineatus, Pseudoepliplatys annulatus
Semi-anuais: Fundulopanchax gardneri, Fundulopanchax nigerianus
Anuais: Nothobranchius guenteri, Austrolebias nigripinnis
Autor: Gustavo Grandjean
Nota: No Orkut, Nos Fóruns que sigo e na internet tem muito mais sobre esses maravilhosos peixes e sobre pessoas que criam e difundem a killifilia.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Peixe é capaz de viver vários meses fora d'água
Novidade gente!!! Pesquisadores americanos identificaram Killifish que pode viver fora d'agua.
Confira: http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2007/10/18/298204298.asp
Confira: http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2007/10/18/298204298.asp
sábado, 17 de outubro de 2009
1º Encontro de Criadores de Killifish - SP
1º Encontro de Criadores de Killifish - GCK / Loja Aquahobby e Fórum Aquário.
Dia 8 de Novembro (Domingo), na Loja Aquahobby.
Várias palestras, exposição de killies, um dia muito ba
cana para toda Familia.
Veja mais Detalhes no link:
http://www.illusionnet.com.br/aquahobby/
Faça Sua inscrição para participar das palestras.
Dia 8 de Novembro (Domingo), na Loja Aquahobby.
Várias palestras, exposição de killies, um dia muito ba
cana para toda Familia.
Veja mais Detalhes no link:
http://www.illusionnet.com.br/aquahobby/
Faça Sua inscrição para participar das palestras.
Assinar:
Postagens (Atom)

